Qua, 01 de Fevereiro de 2017 14:19 Imprimir
A liquidez dos relacionamentos

liquidezOi povo, graça e paz, tô muito sumida, rs, mas prometo que volto com mais frequência!

Hoje resolvi escrever sobre algo que tem me inquietado muito ultimamente, algo que um famoso sociólogo polonês chamado Zygmunt Bauman trata com muita maestria, a “liquidez dos relacionamentos”, digo não apenas relações amorosas, mas também, relações interpessoais, as pessoas estão cada vez mais cheias de si e vazias de amor.

Cada dia que passa a humanidade caminha à passos largos para fora do propósito de Deus. Esses dias eu cheguei da faculdade à noite e resolvi ligar a TV eu sabia que estava passando um determinado reality show mesmo assim decidi ver, percebi pessoas fúteis e egocêntricas que em dois dias de convivência já são melhores amigas, sentem-se no direito de estabelecer um pré-conceito sobre o outro, formam casais, e tantas outras coisas, firmam elos frágeis, precários e incertos, baseados em princípios carnais.

As pessoas nunca foram tão frias, nada é feito pra durar os relacionamentos nunca foram tão incertos, cada um por si. Para boa parte beijar um cara ou uma menina aqui, beijar outro ali e quantos mais quiser é muito normal:

Se eu tô afim?! Por que não né? É uma troca de favores, eu sou usado, mas também uso!

Gente, como assim? Não foi pra isso que vim ao mundo, a Bíblia diz que meu corpo é templo do Espírito Santo de Deus “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1 Coríntios 6:19), e por isso não vou aceitar essa conversa de forma alguma, não sou obrigada, sou a retrógrada, ultrapassada, quadrada e o que mais quiserem chamar, continuo crendo no propósito divino, eu não preciso experimentar, ficar ou seja lá o que for pra conhecer uma pessoa, não estou num supermercado degustando produtos, além disso eu não sou um produto, um bem de consumo que pode ser trocado ou descartado mediante defeito.

Infelizmente as pessoas estão se isentando de amar, amar ao próximo, e até a si mesmo, o amor foi banalizado. Galera, vamos seguir o exemplo maior, Jesus, que nos ama de forma incondicional, capaz de morrer só porque nos ama, amem muito o próximo assim como Ele fez.

Fiquem na paz e até o próximo!

Xero!!!

 

Autora: Cledinara Bispo (Equipe Romance em Deus)

 

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